Reviews em Revistas:
VALHALLA - N 33 JULHO/05
Eis mais um forte representante da cena thrash nacional, o Distraught. Este quinteto gaúcho chega ao seu terceiro disco, e mais uma vez repetem uma boa atuação sonora, a exemplo de seus trabalhos anteriores. Já contando com certa experiência - são quase dez anos de estrada - consequentemente a banda consegue transportar para seu Behind the Veil uma latente personalidade e ótimas performances individuais. Sua produção está ainda melhor, ou seja, tudo continua no maior grau de profissionalismo. O thrash metal da banda continua brutal e de pegadas truncadas, realizando riffs interessantes com andamentos e arranjos inteligentes e como já é de costume nos álbuns da banda. Há também um belo trabalho de bateria. A vocalização que chega ao death é outro diferencial, deixando o som ainda mais denso. Durante a audição, se tiver um pouco de atenção, pode-se notar certa familiaridade com o som do Destruction, só que mais lento! Para os fãs do thrash tradicional, este álbum é garantia de boa audição, pois de qualquer modo não estamos nos referindo a qualquer formação e sim uma das melhores que temos, juntamente com Andralls, Kremete, Tourture Squad, Mad Dragster e Bywar. (Alessandro Fogaça).
Roadie Crew - n 74 março/2005
O novo álbum da banda gaúcha Distraught, Behind The Veil , monstra um Thrash Metal muitíssimo bem executado, daquele tipo "levanta defundo". Logo na abertura, com The Order , André Meyer (vocal),Ricardo S Silveira e Marcos Pinto (guitarra), Gustavo Stuepp (baixo), Éverson Krents (bateria) conseguem passar toda sua garra, fúria, técnica e a empolgação é tamanha que dá vontade de vê-los ao vivo na hora! E este novo trabalho, gravado no Estúdio Live, em Porto Alegre (RS), não poderia ter sido feito em Local com melhor nome, já que aquele pique de som ao vivo é evidente! já a masterização ocorreu no renomado Estúdio Creative (SP) por Philipp
Colodetti.
O som tem uma linha que mescla o Thrash anos 80 e o Death, assim com também o faz com maestria o Torture Squad. Após duas porradas magnificas (The Order e Demonique ) vem Bloodisunity , com início mais com elementos usados pelo Eminence e com uma batera bem trabalhada, mudando várias vezes de ritmo, do mais tribal ao acelerado. O vocal de André Meyer também está com uma versatilidade tremenda, passeando pelo gutural e rasgado,sempre com a ira em primeiro plano. Vale a pena conferir também a interessante temática que fala da maldade humana, a incoerência e intrasigência de séculos para com pensamentos diferentes ao comum. O Distraught mais uma vez nos presenteia com uma aula de thrash, confira! (Ricardo Batalha).
Rock Brigade - n 223/fevereiro/2005
A banda já é tradicional do cenário nacional, tendo iniciado atividades em 1990, mas Behind The Veil é somente seu segundo álbum de estúdio. Isso, contudo não tem nada a ver com a qualidade musical que envolve o trabalho do grupo. Afinal, o thrash metal perpetrado pelo competente quinteto porto-alegrense sempre se monstrou acima da média e aqui não é diferente. Mais coesa e madura, a música do Distraught incorporou alguns elementos quase death (principalmente ás vozes e á timbragem dos instrumentos), tornando-se mais agressiva e, ai mesmo tempo mais moderna.
É claro que os riffs bacanas ainda remetem totalmente aos tempos mais tradicionais do thrash metal, mas os arranjos e a atmosfera do trabalho de modo geral sem dúvida carregam em si evidentes ares de renovação. É o que podemos sentir em pedradas certeiras com, The Order, Demonique, Holy Inquisition, Ghosts of Penitence e na excelente faixa título . Para quem aprecia metal duro e pesado, mas sempre bem feito e inteligente, um prato cheio. ( Ricardo Franzin).
Reviews na Internet:
Entrevista para site "Heavy Metal Brazil"
http://www.heavymetalbrasil.com.br/distraught.htm
Artigo para o site derock.com.br
http://derock.com.br/artigos.php?acao=ver&id=000503
Entrevista para o site "A forja"
http://www.aforja.com.br/news/entrevistas-16412448.htm
Entrevista para site Mundo Rock
http://geocities.yahoo.com.br/mundo_rock/materias/entre_distraught02.html
BEHIND THE VEIL - Greece - FEV 24 -
2002
http://go.to/veilgr
or www.geocities.com/behind_theveil2001
DISTRAUGHT
- Infinite Abyssal - The amazing thing is that despite
the fact I don't have good relationships with extreme
sound (my sister, Christine, has this section) those
guys from Brazil have managed to shoot my brains
out. In a day time I have listened three times their
cd, without getting tired at all. Their music is
technical death/thrash metal and they sound like
a combination of SEPULTURA and DEATH (R.I.P) maintaining
though their personal sound. The production could
have been better, not that it's not good like it
is. Extreme metallers I advice you to buy their
cd with no second thought. they manage to combine
technical playing with great riffs. Probably the
best Brazilian band I have listened to. WOW!
*8.5/10 Nick
TARTAREAN
DESIRE - Sweeden - JUN 11 - 2002
http://www.tartareandesire.net/
Distraught
is a Brazilian band that was formed in the city
of Porto Alegre back in 1990. I know very little
about them but what I do know Is that they play
brutal death metal inspired by old American heroes
but there are also some very unusual rhythm work
that I don't know if I have heard from any other
band before. The music of this disc is actually
very nice to listen to and if you are a fan of Brazilian
death metal in general you will probably not be
disappointed with the performance from Distraught.
The production has been handled very well too which
hasn't been that common among American metal bands
in general in the past. One thing that bothers me
more than anything else when it comes to this album
is that the vocalist doesn't sound very good when
he leaves the darker growling and tries to scream.
I don't know what it is but I am not very fond of
that voice. Other than that this is a respectable
death metal release with plenty of nice riffing
and chaotic song structures. They may not be the
next Sepultura but they have still managed to write
ten good songs.
6.5 / 10 ©2002 Vincent Eldefors
HAUNTED
RECORDS - Germany - JUL 09 -2002
Site: <http://www.hauntedrecords.de/distraught.htm>
Eine
unbekannte brasilianische Band macht sich auf, die
grosse Weite Musikwelt zu erobern! Bestimmt geht
es euch genau wie mir nach dem ersten lesen des
Bandnamens ("Distraught ? Nie gehört..."),
doch lasst es euch gesagt sein, Distraught rocken
!! Die 5 Jungs haben ihr Debut bereits 2000 eingezimmert
und selbst produziert. Anscheinend saß ein
Könner am Mischpult , denn das Ganze klingt
sehr homogen, die kompositionen wie die Produktion.
Distraught in eine Schublade zu stecken ist schwierig
und wird der Band auch nicht wirklich gerecht, jedoch
würde ich es mal als Mischung aus Death (der
Band), Thrash und technischem Death Metal beschreiben.
Dieses Album birgt so einige Abwechslung, doch ich
empfehle euch, verschafft euch einen eigenen Eindruck
in unserer MP3 Sektion, wo ihr einige Ihrer Songs
downloaden könnt. Geboten bekommt man 10 variable
Songs für seine hart verdiente Kohle, die es
durchaus in sich haben.
Checkt dieses Album auf jeden Fall an, ich kann
es euch nur wärmstens als Underground Geheimtipp
ans schwarze Herz legen ! Daher gibt´s auch
mal locker
12/15
Ben
MUSIC EXTREME - Argentina - JUL 2002
http://www.musicextreme.com
Directly
from Brazil we have this band that plays modern
death metal with many changes and millions of interesting
ideas floating on each track. The first thing that
amazed me is the combination of heavy riffs and
vocals with some melodies achieved through the guitar
that turns each song into a unique musical piece.
Also we have in Distraught a great lead guitarist
in Ricardo Silveira who plays a lot of interesting
and melodic solos with a warm guitar tone that reminded
me of James Murphy. The music here is really powerful
and Distraught have no mercy with their drum beats
and crushing rhythms throgh all this recording.
Andre Meyer´s vocals are really versatile
and he knows how to use his voice to fit better
each part of a track....sometimes more guttural,
sometimes more screaming. The release has a good
mix specially on drums and guitars that are fuindamental
for Distraught´s music. This is a really intense
recording. Favorite tracks: "Removing the Rubbish";
"Spiritual Reward" and "Dusty Land"
Federico
Marongiu
WARZONE
- Chile - SEP 2002
http://www.warzone.cl
Honestamente,
desde los demos que sigo los pasos de Distraught.
Una banda brasileña que desde aquel entonces
mucho ha evolucionado, muchos cambios de formación
fueron causantes de una interesante metamorfosis
entre aquel thrash metal ganchero con muchos aires
de Sepultura y el actual, por momentos, enfermo
death metal que hacen.
Recuerdo
la primera vez que tocaron en Montevideo junto a
Criminal y Requiem Aeternam, eran cinco músicos
que hacían mover muy bien al público
pero que, a través de su música, poco
trasmitían. Sin embargo la segundo vez que
los vi ya estaban presentando este segundo disco,
y créanme que musicalmente impresionaron
a todo el público presente.
Tal
parece que el éxito internacional de bandas
como Krisiun y Rebaelliun aumentó las revoluciones
de muchos grupos en la escena del país norteño
(así es como se le dice en Uruguay a Brasil!)…
Distraught está algo lejos del sonido de
dichas bandas, pero algunos arranques de batería
eso hacen pensar. La violencia sonora de estos 'brasucas'
radica más en el machaque y la técnica
de las guitarras, con influencias que varían
entre la fuerza de Slayer y la maestría de
Death respectivamente. Ese sólido sonido
lo logran por medio de tres grandes pilares como
son los dos guitarristas (Marcos Pinto y Ricardo
Silveira) y un potente baterista (Éverson
Krentz); tampoco hay que olvidarse de las fuertes
vocales a cargo de André Meyer, pero de esto
quería hablar a parte… es un claro
ejemplo comparable a lo que a mí me pareció
el último trabajo de Pantera y lo hecho por
Phil Anselmo en él, esta es otra banda que
tiene grandes músicos pero, por delante de
ellos, un vocalista chato que parece no adecuarse
a lo que ellos tocan, creo que si las voces fueran
más variadas o, sencillamente, distintas
el resultado final sería otro. No estoy comparando
nada ni nadie de Pantera con Distraught, espero
que la comparación se entienda (!!!).
Por
último, también espero que alguna
vez tengan la oportunidad de ver en Chile a este
quinteto en vivo… verán como se les
moverá el piso!.
Rafael
García y Santos
Revista
Roadie Crew – Nº 37 – FEV/2002
– Seção Releases –
Pág.44
O
novo álbum, Infinite Abyssal, mostra a banda
numa fase
bem criativa,...Em Removing The Rubbish eles conseguiram
gravar uma verdadeira obra do Thrash nacional...
Claudio Vicentin
Revista Rock Brigade – Nº 186 –
JAN/2002 – Seção
Releases – Pág.33
...muitos
vocais urrados, de riffs secos,...uma cozinha
absolutamente pesada...certas passagens são
tão porrada
que aproximam-se do death metal...
Ricardo Franzin
Revista Valhalla Metal Magazine Nº 12 –
DEZ/2001 – Seção:
Valhalla Collection
...um
Thrash/Death mais rápido, extremo e ríspido,
eles
desferem pauladas atrás de pauladas, tornando
impossível
que o ouvinte fique parado...com riffs bem sacados
e
cheio de agressividade, um vocal brutal e uma bateria
extremamente fudida...
(AF)
Site
Baron of Heavy Metal (B.O.H.M) - FEV 2002
...o
Distraught tem suas próprias característica
que faz
deste trabalho um belo CD! Músicas pesadas,
com variações
vocálicas, riffs absolutamente secos, longe
do
tradicional thrash metal, porém perto do
Death Metal!
Músicas extremamente pesada e com um pé
na
podreira!..."Infinite Abyssal" é
extremamente recomendado
para quem tem nervos de aço e pescoço
disposto a
destroçar!
Vinícius Botti Vidal
Site Brazil Metal Law - DEZ/2001
...Pelo
próprio título obscuro deste álbum,
pode-se
imaginar o que ele nos reserva: brutalidade e
agressividade. Tudo isso muito bem distribuído
por todo
este álbum, além de muita técnica,
velocidade e peso que
já são características marcantes
da banda...um dos
melhores lançamentos do ano...
Fábio Girotto
Site Metalvox - DEZ/2001
Eis
a álbum desta veterana e atuante banda gaúcha,
que
agora mesclou ao seu furioso Thrash elementos do
Death...
o Distraught ao que parece caminha a passos largos
em
busca de sua identidade sonora. ...
Jaime Amorim